segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ideias de decoração em vintage


Algumas ideias de uma estilo que adoro e que é um misto de antigo, com objectos reutilizados e renovados, outros modernos, crafts e muito conforto e elegância.
Trazer coisas das nossas avós para a moda da decoração, em muitos casos são menos de quarenta anos de diferença, ou seja no pós Grandes  Guerras e no período da guerra da Coreia, quando começaram a aparecer novos conceitos de mobiliário.


Os serviços de chá das nossas mães e avós. Tive vários no meu enxoval... ainda restam algumas peças, mas já não os tenho completos.



O vintage e a reutilização de moveis antigos, nasceu com o movimento dos "Grune" os verdes alemães, que revolucionaram muita coisa e trouxeram para a política a preocupação da sustentabilidade e da ecologia.
Passou-se mais visivelmente a partir do desastre de Chernobyl e do derrame do Exon Valdez (petroleiro).




Foi a partir dessas datas que começaram a aparecer os movimentos, onde me incluo, que se preocupam com o futuro do planeta, com o nosso legado aos nossos filhos e netos, de problemas ambientais criados por cabeças que só visavam o lucro. E veja-se a atitude de Berlusconni, que apesar do desastre ambiental, das mortes no Japão, ainda queria ir para a frente com a construção de umas quantas centrais nucleares. Não é informado? É, e sabe muito bem o que trazem de mau. Só que não quer saber do futuro, é tão egoísta, ele não vai cá estar os outros que se preocupem.



Hoje assiste-se a diferentes movimentos de pessoas de todas as idades que querem voltar a viver como antigamente. Em França já há milhares de pessoas que deixaram de ter TV na sala. E que deixaram de a ver diariamente. Consideram que é um veículo de corrupção das pessoas, porque não as deixa pensar por si.



Hoje o lema é, para as pessoas que se preocupam, de reutilizar tudo, renovar, reconstruir.
Com a febre dos novos edifícios, criou-se a bolha imobiliária, que levou ao crash de Bancos e seguradoras, e à falência de milhões de pessoas que ficaram, em pouco tempo, sem nada.
É por isso importante que demos ouvidos a estes movimentos que ensinam a viver melhor com menos, a ser mais felizes e mais genuínos. A não viver para o consumo. E isto dá-se por um lado e por outro aparecem as chamadas redes sociais, que trazem a exposição das pessoas ao mundo, como se este fosse de facto uma aldeia global. Voltou-se a falar em reutilização, em reforma, em reciclar para novo, em desmanchar electrodomésticos que eram apenas enviados para aterro no que nos tinham ensinado, "estragou-se, vai fora, compra-se novo".



É por isso muito importante que cada um de nós comece a pensar diferente, a usar menos os veículos, a reutilizar coisas, como tenho vindo a falar neste blog, desde Abril, a reutilizar coisas, tecidos, lãs, pouco há que não seja reutilizável.



Viver de forma simples, e num mundo onde o maior valor sejam as pessoas, será a meta a atingir.




Reutilizar coisas lindíssimas que até aqui estavam escondidas nos sotãos ou nas caves das casas, porque era preciso era comprar novo. Ora hoje não, ainda hei-de voltar a ver as lojas que meu avô falava, onde se ia mandar arranjar os móveis. As carpintarias.



Dar destaque a estes objectos e misturá-los com outros que tenhamos, sem medo de misturar estilos.




Cadeiras antigas de escritório e mesa de pé central, seriam hoje caríssimas, geralmente são feitas em madeiras nobres como raiz de nogueira etc. É importante reutilizá-las. Se não gosta delas escuras, lixe-as e passe tinta, sem esquecer o primário, para não danificar a madeira e nunca pintando a parte interior, para a madeira respirar.



O conceito do bebé ou criamnça dormior ao lado dos pais nos primeiros tempos, por vezes dois anos, está a voltar. Deixar de ter as crianças tão sós durante a noite. Talvez o homem se esteja a humanizar.



Objectos comuns, reutilizados para outras coisas. Como uma caixa de
vinhos ou de outra mercadoria, reutilizada para guardar coisas.

Este qyuarto por exemplo é de inspiração do movimento hyppie. Parece que foi à pouco tempo, mas já passaram trinta e muitos anos. É este conceito que é preciso cultivar.
Claro que haverá sempre gente que é capaz de deitar coisas novas fora, porque têm muito e não querem saber do dia de amanhã. Mas certamente que o movimento contrário, se tornará mais forte e mais visivel e deixará semente nos mais novos.
Hoje já se constroem casas  ecológicas nos países frios, em que parte da matéria prima é barro e palha misturada com papelão.
Esperemos que um dia não muito longínquo as pessoas pensem de forma sustentável.







Misturar estilos pode até ser um dos elementos decorativos, a diferença.






Imagens de reprodução.  de outros posts

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